O novo salário mínimo de 2026 reacende um tema sensível para o ecossistema empresarial: como manter a valorização real do trabalhador sem sufocar micro e pequenas empresas? 👷♂️📈Embora a regra do INPC + PIB traga previsibilidade, o ganho real menor deste ano — causado por uma inflação abaixo do esperado — não elimina a pressão natural sobre a estrutura de custos do negócio.
A folha de pagamento sobe, mas não só: encargos como FGTS, INSS patronal, além de serviços e contratos indexados ao piso, acompanham o reajuste. 💼💵Para empresas com margens apertadas, qualquer variação exige respostas rápidas: redesenho de processos, busca por produtividade, renegociação com fornecedores e revisão da estratégia de preços.
Especialistas apontam que, apesar de o objetivo ser preservar o poder de compra, o modelo não corrige o descompasso entre salários e o custo de vida real — especialmente nos setores em que a inflação sobe acima do INPC. 🏥🏘️Em um cenário de recuperação econômica lenta e assimétrica, o impacto também reflete na competitividade. Negócios que ainda não adotaram sistemas digitais, processos enxutos e controle financeiro rigoroso tendem a sentir mais.
A palavra-chave para 2026? Eficiência.
Salário mínimo e sustentabilidade empresarial: uma equação delicada
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